Massas anexiais e oligomenorreia

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Massas anexiais e oligomenorreia

Mensagem  Armanda Resende em Ter Dez 17, 2013 1:06 pm


A oligomenorréia pode ser definida na presença de ciclos menstruais com intervalos maiores que 35 dias.
Segundo alguns autores, a história, exame físico e dosagem do FSH, prolactina e do hormônio estimulador da tireotrofina (TSH) identifica a maioria dos casos de amenorreia


1.HISTÓRIA E EXAME FÍSICO


2 EXCLUSÃO DE GRAVIDEZ


3. DOSAGEM DE FSH E PROLACTINA


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FSH baixo ou Normal: Anovulação crônica, SOP, amenorreia hipotalâmica


FSH alto: falência ovariana, disgenesia gonadal


FSH normal: defeitos anatômicos


Prolactina alta: prolactinoma
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MASSAS ANEXIAIS
A ultrassonografia transvaginal é aparentemente um bom método para diferenciar a malignidade de tumores anexiais. No entanto, a maioria das sociedades de ginecologia e de oncologia só recomendam a utilização do método dentro de um modelo de regressão logística para estimar o risco de malignidade. Estes modelos são frequentemente de difícil execução e reprodução, pois preveem a realização do exame por especialistas treinados e a dosagem paralela de marcadores tumorais. Por outro lado, sabe-se que a observação de simples características da massa – como formato, tamanho, cistos uniloculados, presença de estruturas papilares internas ou áreas sólidas – também tem capacidade de discriminar entre lesões benignas ou malignas. O presente estudo objetivou avaliar o desempenho diagnóstico de achados ultrassonográficos simples como preditor de malignidade nas massas anexiais.
A abordagem das massas anexiais representa um desafio para a medicina do século XXI. São muitos os diagnósticos diferenciais, tanto ginecológicos como não ginecológicos, e, em razão do grande avanço e da propagação dos métodos de imagem, tem se tornado uma afecção detectada com maior frequência, mas sem uma incidência conhecida. É intuitivo associar massas anexiais com afecções ovarianas, que podem representar uma neoplasia. Essa percepção justifica-se pelo prognóstico sombrio do câncer de ovário, com sobrevida global em 5 anos que gira em torno de 47%. Porém, o risco de uma mulher desenvolver o blastoma é muito baixo, da ordem de 1,7% na vida; ou seja, existem outros diferenciais menos graves e muito mais prevalentes. 
Todos os recursos disponíveis devem ser empregados no sentido de diferenciar qual massa anexial preocupa e merece exploração cirúrgica e qual pode ser apenas acompanhada.
 ]Para ser perceptível pela paciente, o tumor deve ter ultrapassado a pelve, e é então maior que 15 cm de diâmetro, ou ter gerado ascite. Ressaltamos que a pesquisa de ascite é fundamental, pois é um achado altamente sugestivo de câncer de ovário. Deve-se lembrar de outros diferenciais como tumores uterinos (grandes miomas e sarcomas), massas retroperitoneais ou carcinoma cólon-retal.
O aumento do volume abdominal é o sintoma mais frequente das neoplasias pélvicas, ocorrendo em quase 70% dos casos. A queixa ou o achado de aumento de volume abdominal espelha sempre um mau prognóstico, pois, em geral, está associado a tumores mais avançados.
Na presença de atraso menstrual, a primeira hipótese a ser considerada e investigada é a de gestação, tópica ou ectópica. Entretanto, tumores ovarianos funcionantes (produtores de hormônios) podem causar sangramentos vaginais irregulares. Deve-se lembrar da associação entre dismenorreia e endometriose.
http://assinantes.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/2335/cisto_e_massa_anexial.htm
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Armanda Resende

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