Toxoplasmose na Gravidez

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Toxoplasmose na Gravidez

Mensagem  Convidad em Dom Jul 14, 2013 5:06 pm

Toxoplasmosis is a worldwide zoonosis caused by the intracellular protozoan parasite, Toxoplasma gondii (T. gondii). Infection in humans most commonly occurs through the ingestion of raw or undercooked meat that contains tissue cysts, through ingestion of water or food contaminated with oocysts, or congenitally through transplacental transmission from a mother who acquired infection during pregnancy.
Laboratory testing is usually necessary to establish the diagnosis of toxoplasmosis, because the clinical manifestations of infection are so protean. The diagnostic methodology is complex and requires careful consideration based on the patient’s clinical presentation.
Serologic assays — T. gondii infection can be diagnosed indirectly with serologic testing in the appropriate clinical context. Various serologic assays measure different types of toxoplasma-specific antibodies, such as IgM or IgG fractions. However, there is no single serologic test that can be used to support the diagnosis of acute or chronic infection by T. gondii. In most cases, a panel of tests is required to distinguish between acute and chronic infection.
Serological Tests: Different serological tests often measure different antibodies that possess unique patterns of rise and fall with time after infection. A combination of serological tests is frequently required to establish whether an individual has been more likely infected in the distant past or has been recently infected.


An IgM test is used to help determine whether a patient has been infected recently or in the distant past. Because of the significant potential of misinterpreting a positive IgM test result, confirmatory testing should be performed. Despite the wide distribution of commercial test kits to measure IgM antibodies, these kits often have low specificity and the reported results are frequently misinterpreted. In addition, IgM antibodies can persist for months to more than one year.
Avidity
The functional affinity of specific IgG antibodies is initially low after primary antigenic challenge and increases during subsequent weeks and months. Protein-denaturing reagents including urea are used to dissociate the antibody-antigen complex. The avidity result is determined using the ratios of antibody titration curves of urea-treated and untreated serum.

We routinely employ the avidity test as an additional confirmatory diagnostic tool in the TSP for those patients with a positive and/or equivocal IgM test or acute and/or equivocal pattern in the AC/HS test. Health care providers and clinical laboratories involved in the care of pregnant women should be aware that avidity testing is a confirmatory test and not the ultimate test for decision-making. Its highest value is observed when laboratory test results reveal high IgG avidity antibodies and the serum is obtained during the time window of exclusion of acute infection for a particular method (i.e. 12 weeks for the Labsystems method, 16 weeks for the VIDAS-bioMérieux method). Low or equivocal IgG avidity antibody results should not be interpreted as diagnostic of recently acquired infection. These low or equivocal avidity antibodies can persist for months to one year or longer.
Interpretação: Se no primeiro exame solicitado na primeira consulta detecta-se anticorpos IgM, caso a gestação tenha menos de 16 semanas, deve ser feito imediatamente o teste de avidez de IgG, na mesma amostra de soro (os laboratórios devem ser instruídos para esse procedimento). Na presença de baixa avidez, pode-se estar diante de uma infecção aguda; a paciente deve ser chamada e o tratamento com espiramicina deve ser iniciado imediatamente. Na presença de alta avidez, deve-se considerar como diagnóstico de infecção antiga, não havendo necessidade de tratamento nem de testes adicionais. É importante sempre prestar atenção para a especificação de validade dos kits, para o bom desempenho dos testes. Nos exames realizados após 16 semanas de gestação, não há necessidade do teste de avidez, pois mesmo uma avidez alta não descartaria infecção adquirida durante a gestação, embora possa ser útil para ajudar a determinar a época em que ocorreu. É importante lembrar que em algumas pessoas a avidez dos anticorpos IgG permanece baixa por mais tempo, não sendo a avidez baixa uma certeza de infecção recente.
Obs:
 Doenças mais severas: infecção da mãe no primeiro ou segundo trimestre gestacional;
 Terceiro trimestre: infecção subclínica que sem tratamento, em 85% dos casos leva a manifestação da doença, particularmente, coriorretinite.
 Período de maior risco de infecção congênita: entre 10a e 24a semanas;
 Após a 26a semana: redução acentuada de risco
 Tratamento com espiramicina: reduz a incidência da infecção congênita em até 60%, quando realizado na concepção ou nas duas primeiras semanas.
 Alta avidez (> 60%): infecção crônica;
 Entre 30 e 60%: período de infecção não definível;
 Baixa avidez (< 30%): infecção aguda ou há menos de 3 meses (recente);

Referências:
1- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico – 5. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2012. 302 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
2- Diagnostic assays for toxoplasmosis infection. UpToDate. Acesso em 02 de maio de 2013

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